A morte
No decorrer dos meus 51 anos, a morte foi apresentada aos poucos,
A primeira vez de um ante querido, foi um tio que avia morrido, em num provável acidente de trabalho, irmão Mais velho de minha mãe.
Ainda não tinha tanta noção da perda.
Com o passar dos anos, ele veioser apresentada De uma forma cada vez mais cruel.
Lembro bem que quando nós mudamos para um bairro chamado 9 de abril.
Na cidade de Barra Mansa no Rio de Janeiro.
Eu deveria ter uns 11 para 12 anos e as primeiras crianças que vieram a brincar, conosco foram 2 irmãos.
É após esse evento nos tornamos amigos, os anos se passaram.
Me casei já no emprego e um desses irmãos Nos encontrávamos
Todos os dias pela manhã no ponto aguardando o ônibus e sempre conversávamos, falávamos sobre nossos sonhos e ambições.
Lembro como fosse hoje, que ele tinha o sonho de sair pelo Brasil com seu irmão.
Ai a morte começa a se apresentar e deixar sua marca em nossas vidas.
No dia seguinte ao último encontro esse jovem perde sua vida num acidente de carro, quando recebi a notícia, troquei de roupa, fui ao encontro do irmão,
Que não estava na igreja, É indo a sua procura, nos cruzamos em meio ao caminho e sem usar uma única palavra nos abraçamos e choramos, daí pra frente, comecei a entender a dor da perda, que fica pra toda vida.
Depois desse episódio, teve a morte de meu pai e cunhado, foram momentos difíceis, prav todos viagens a Goiás, para acompanhar o tratamento, e na última delas receber a notícia fatal bem no meio do percurso.
Uma dor que seee apresentava sem fim, mais com um começo.
Neste mesmo ano um acidente fatal tirava a vida de um cunhado.com forc e tristeza vivemos e suportamos.
Alguns anos depois bem no Carnaval, chegando de um plantão, vou a casa de ming a mãe lá ela passa mau, e por pior que poderia acontecer, ela veio a dar o último suspirar a meus pés.
A lembrança desse dia ainda dói no coração É um dos irmãos
Que nos receberam na infância estava lá a meu lado, e ainda foi buscar a família que esta em férias.
A morte não sossegou em minha vida.
A um ano, e pouco atrás , sentando no trabalho recebo uma ligação.
Da morte de meu irmão, na hora veio as lembranças , a convivência De infância, dividiamos durante toda a vida de infância É adolescência o mesmo quarto, noites de conversas sobre futebol, igreja namoros e muito mais.
É tudo ficou somente na lembrança.
Aaaaa morte é a certeza que casa dia, pra quem fica.
Que perdemos parte de nós, fica um vazio que não É mais preenchido.
Pois que se foi não voltará pra preencher seu lugar dec direito.
Se existe um castigo nesse mundo é a perda que não se pode recuperar. E o vazio que nos deixa sempre a meditar na pergunta de quando será?
SERVO CAMARGO
A primeira vez de um ante querido, foi um tio que avia morrido, em num provável acidente de trabalho, irmão Mais velho de minha mãe.
Ainda não tinha tanta noção da perda.
Com o passar dos anos, ele veioser apresentada De uma forma cada vez mais cruel.
Lembro bem que quando nós mudamos para um bairro chamado 9 de abril.
Na cidade de Barra Mansa no Rio de Janeiro.
Eu deveria ter uns 11 para 12 anos e as primeiras crianças que vieram a brincar, conosco foram 2 irmãos.
É após esse evento nos tornamos amigos, os anos se passaram.
Me casei já no emprego e um desses irmãos Nos encontrávamos
Todos os dias pela manhã no ponto aguardando o ônibus e sempre conversávamos, falávamos sobre nossos sonhos e ambições.
Lembro como fosse hoje, que ele tinha o sonho de sair pelo Brasil com seu irmão.
Ai a morte começa a se apresentar e deixar sua marca em nossas vidas.
No dia seguinte ao último encontro esse jovem perde sua vida num acidente de carro, quando recebi a notícia, troquei de roupa, fui ao encontro do irmão,
Que não estava na igreja, É indo a sua procura, nos cruzamos em meio ao caminho e sem usar uma única palavra nos abraçamos e choramos, daí pra frente, comecei a entender a dor da perda, que fica pra toda vida.
Depois desse episódio, teve a morte de meu pai e cunhado, foram momentos difíceis, prav todos viagens a Goiás, para acompanhar o tratamento, e na última delas receber a notícia fatal bem no meio do percurso.
Uma dor que seee apresentava sem fim, mais com um começo.
Neste mesmo ano um acidente fatal tirava a vida de um cunhado.com forc e tristeza vivemos e suportamos.
Alguns anos depois bem no Carnaval, chegando de um plantão, vou a casa de ming a mãe lá ela passa mau, e por pior que poderia acontecer, ela veio a dar o último suspirar a meus pés.
A lembrança desse dia ainda dói no coração É um dos irmãos
Que nos receberam na infância estava lá a meu lado, e ainda foi buscar a família que esta em férias.
A morte não sossegou em minha vida.
A um ano, e pouco atrás , sentando no trabalho recebo uma ligação.
Da morte de meu irmão, na hora veio as lembranças , a convivência De infância, dividiamos durante toda a vida de infância É adolescência o mesmo quarto, noites de conversas sobre futebol, igreja namoros e muito mais.
É tudo ficou somente na lembrança.
Aaaaa morte é a certeza que casa dia, pra quem fica.
Que perdemos parte de nós, fica um vazio que não É mais preenchido.
Pois que se foi não voltará pra preencher seu lugar dec direito.
Se existe um castigo nesse mundo é a perda que não se pode recuperar. E o vazio que nos deixa sempre a meditar na pergunta de quando será?
SERVO CAMARGO
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